Postagens

Mostrando postagens de outubro, 2020
Imagem
                                               QUEM AMA CUIDA II D ias atrás, escrevi um texto em que alertava para os riscos que as crianças estão expostas e como deveriam proceder quando diante de lobos ou lobas com pele de cordeiro, sejam eles pessoas conhecidas ou desconhecidas. Do Anuário de Segurança Pública de 2019, destaco os dados relativos à violência doméstica e sexual: 1 agressão física a cada 2 minutos; 1 estupro a cada 8 minutos. Dessas vítimas 57,9% com no máximo 13 anos e 85,7% do sexo feminino. H oje, dedico estas linhas para alertar de maneira particular as adolescentes, em relação aos riscos a que se expõem quando perdem o controle da sua vontade e dos seus atos, por conta do consumo desmedido ou desacautelado de drogas, lícitas ou ilícitas, não esquecendo do famigerado boa noite Cinderela que pode ser utilizado também em bebidas não alcoólicas: C er...
Imagem
QUEM AMA CUIDA H á muito tempo, escrevi num dos meus textos a frase que ouvira de um amigo: “ depois que temos filhos, notícias sobre crianças e jovens nos atingem como se falassem deles ”. Hoje sei que isso também se dá com relação aos netos. Naquela oportunidade eu discorria sobre perdas de pessoas amadas. Neste texto, o enfoque é a cautela em prol da preservação da vida e do equilíbrio emocional das crianças que amamos, sejam elas filhos ou netos. A ntes de entrar no objetivo central deste texto, registro que durante anos eu ouvi dizer que quando temos os netos, descobrimos que os amamos mais do que aos nossos filhos. Também me acostumei a ouvir que os avós, antes severos com os filhos, são sempre afáveis com os netos. Depois que me tornei avô, constatei que essas afirmações não me pertencem. E sclareço: amo meus netos e minha neta tanto quanto amo minhas filhas e meu filho. Nem mais nem menos. A diferença é que no amor pelos pequeninos, há um algo especial que não consigo expressar...
Imagem
SÓ SE MUDA PARA MELHOR I nicialmente, consideremos que a qualidade de vida não permite relativização: ou você tem ou não tem, simples assim. Além disso, assumamos que ela está associada à felicidade e ao bem-estar, daí é possível cogitar que tanto os requisitos quanto as condições para vivenciá-la pode variar de indivíduo para indivíduo, de coletividade para coletividade, podendo contemplar condições objetivas e subjetivas, distintas. N essa perspectiva, descartemos a possibilidade de que alguém pode ser ou estar mais feliz do que outro. Em vez disso, aceitemos que uns necessitem menos do que outros para estarem ou serem igualmente felizes, vivenciando a mesma sensação de bem-estar. Por isso é que qualidade de vida pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes. N estes tempos das intimidades permitidas nas redes sociais e, também, nesta era do consumismo desenfreado, o padrão disseminado é ter como referência para ser feliz a felicidade alheia, seja no mundo real ou n...