EU E O DISCO VOADOR N a primeira vez que fui ao Rio de Janeiro, hospedei-me em um Hotel no Aterro do Flamengo. Eu não ignorava os riscos da violência urbana e fui abraçado pela sensação de que seria assaltado a qualquer momento, em qualquer local. A violência nas cidades já era veiculada, em horário nobre, não só para informar, mas, também, como estratégia de interesses políticos. C erta noite, decidi andar nas imediações do hotel. Logo depois, minha atenção se voltou para algo luminoso lá longe, no céu, numa noite de poucas estrelas. Então eu pensei: será aquilo um disco voador? Uma nave pilotada por feios alienígenas, habitantes do planeta Marte? F iquei ali imóvel de tudo, exceto do pensamento que excitava a mente, pois eu nunca imaginara que teria a experiência de ver a comprovação de que há vida inteligente noutros planetas. Quiçá de alienígenas que detêm saberes e tecnologias para a cura do câncer e de outras doenças que desafiam a nossa inteligência rudimentar, quando co...
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